A cura definitiva do diabetes através do transplante de células-tronco poderia estar cada vez mais perto, depois que uma equipe de pesquisadores desenvolveu um composto químico que pode transformá-las em células beta capazes de liberar insulina.
A revista "Nature Chemical Biology" publica neste domingo (15) que um grupo de cientistas da Universidade de Harvard (EUA), liderado por Douglas Melton e Stuart Schreiber, descobriu um composto que, inoculado na endoderme, é capaz de criar um grande número de células com o gene Pdx1, necessário para a produção de insulina.
Após geradas estas células, os pesquisadores as implantaram em ratos através de uma cápsula renal, e observaram que podiam criar um grande número de células vivas geradoras de insulina.
Esta descoberta representa um importante passo na criação de células beta, o grande objeto de desejo dos cientistas no desenvolvimento da cura desta doença.
As células beta são um tipo de células do pâncreas que se encarregam de liberar e sintetizar a insulina, um hormônio que controla os níveis de glicose no sangue.
Essas células são as primeiras que desaparecem nos pacientes que têm o diabetes do tipo 1 - conhecido como diabetes juvenil -, uma vez que o próprio sistema imunológico do corpo as destruiu devido a um processo auto-imune.No diabetes de tipo 2, a insulina produzida pelas células beta do pâncreas atua incorretamente ou é insuficiente. E
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